Descalabros fiscais impõem receituário da austeridade

Os péssimos resultados fiscais dos últimos quatro anos levaram a presidente Dilma Rousseff a dar o braço a torcer. Depois de muito relutar em admitir a piora das contas públicas, ela deu sinais de que finalmente caiu em si. Sob a ameaça de o país de ser rebaixado pelas agências de classificação de risco em 2015, a chefe do Executivo indicou que os próximos anos serão marcados pelo rigor no controle dos gastos públicos e por medidas que ajudem a recompor o caixa federal.

Os analistas são unânimes: para conseguir convencer que o rigor fiscal será um pilar do novo governo, a presidente precisará unir o discurso de austeridade à prática. “O mercado não dará um cheque em branco a ela”, diz uma fonte governista, sob condição de anonimato. O economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, vai além e diz que o caminho para o país retomar os rumos do crescimento econômico e do controle da inflação passa, necessariamente”, por um crível e profundo ajuste nas contas públicas”.

A matéria completa pode ser lida aqui: Rombo nas contas chega a 6%.

 

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